
Portugal terminou a componente de habitação do PRR com 31.700 respostas habitacionais que o Governo reportou como concluídas, ultrapassando a meta inicial de 26.000.
Poucos dias depois, foi anunciada uma nova operação associada ao Banco Europeu de Investimento para apoiar mais de 50.000 habitações sociais, através de construção e reabilitação.
À primeira vista, parece uma conta simples:
31.700 concluídas. Outras 50.000 ainda por fazer.
Mas essa conta está errada.
A análise da Portugal em Casa, da Pronto Soluções, aos documentos do Governo, IHRU, Banco Europeu de Investimento, Tribunal de Contas e estratégias habitacionais de seis municípios do Grande Porto mostra que estes números representam universos diferentes e, em alguns casos, sobrepostos.
A pergunta útil não é apenas quantas casas o PRR conseguiu concluir.
É esta:
o que resolveu realmente o PRR e que necessidade habitacional continua depois dele?
Em 30 segundos: o que descobrimos
Há cinco pontos essenciais para interpretar os números da habitação pública em Portugal:
- A meta original do PRR era de 26.000 respostas habitacionais.
- O Governo terminou o programa reportando 31.700 respostas concluídas.
- As cerca de 33.000 respostas que ficaram fora do limite inicial do PRR foram calculadas muito antes desse resultado final.
- As mais de 50.000 habitações associadas ao novo financiamento do BEI incluem construção e reabilitação e abrangem, pelo menos em parte, respostas que já tinham ficado fora do PRR.
- Entretanto, o Governo passou a referir cerca de 133.000 necessidades habitacionais identificadas pelas autarquias através das Estratégias Locais de Habitação.
Por isso, estes números não devem ser somados como se fossem peças independentes do mesmo contador.
PRR habitação em Portugal: de onde vieram realmente as 33.000 respostas?
Para perceber os números atuais é necessário voltar à estrutura original do programa.
As Estratégias Locais de Habitação dos municípios já tinham identificado um universo muito elevado de famílias e situações de carência habitacional.
Até 1 de abril de 2024 tinham sido apresentadas 58.993 respostas habitacionais no âmbito do 1.º Direito.
A meta original coberta pelo PRR era:
26.000 respostas.
A diferença era:
58.993 − 26.000 = 32.993.

É daí que surgem as aproximadamente 33.000 respostas que ficaram fora do limite original de financiamento do PRR.
Este ponto muda completamente a interpretação do número.
As 33.000 não são uma contagem feita depois do encerramento do PRR para descobrir quantas casas continuavam em falta após as 31.700 conclusões.
São um universo de financiamento definido anteriormente, a partir da diferença entre as candidaturas existentes e a meta original do PRR.
Então porque continuamos a ouvir falar em 33.000 se o PRR chegou às 31.700?
Se fizermos apenas a conta:
58.993 − 31.700 = 27.293.
Seria natural esperar que as “33.000 restantes” tivessem descido para aproximadamente 27.300.
Mas não é assim que o programa foi estruturado.
As 32.993 respostas foram definidas a partir da arquitetura original:
26.000 dentro da meta PRR
32.993 fora desse limite inicial
=
58.993 respostas.
Não era um contador que diminuía automaticamente cada vez que o PRR conseguia concluir mais uma resposta acima da meta.
Há outra complicação.
A documentação analisada pelo Tribunal de Contas mostra que determinados projetos podiam mudar de fonte de financiamento. Operações com risco de não cumprir os prazos do PRR podiam transitar para outras fontes, enquanto outras podiam contribuir para o cumprimento da meta europeia.
Por isso, a fronteira entre “PRR” e “fora do PRR” não permaneceu completamente fixa durante a execução.
E as novas 50.000 habitações associadas ao BEI?
Aqui aparece a segunda grande fonte de confusão.
O Banco Europeu de Investimento aprovou uma operação de financiamento até cerca de 1,5 mil milhões de euros, integrada num programa cujo custo global estimado ultrapassa 4,3 mil milhões de euros.
A primeira tranche assinada em setembro de 2026 foi de 500 milhões de euros.
O objetivo é apoiar mais de 50.000 unidades de habitação social através de:
- construção nova;
- reabilitação;
- melhoria e expansão da oferta pública.
Isto significa que não estamos a falar simplesmente de 50.000 casas novas construídas de raiz.
Há ainda algo mais importante.
O Governo, o IHRU e o próprio BEI apresentam esta nova operação como uma forma de permitir que avancem respostas identificadas pelas autarquias que não tinham conseguido ser integralmente financiadas pelo PRR.
Ou seja, existe sobreposição com o universo anterior.

O que ainda não sabemos
Não encontrámos uma tabela pública que mostre:
- quantas das 50.000 pertencem às antigas 32.993;
- quantas resultam de candidaturas posteriores;
- quantas correspondem a necessidades entretanto acrescentadas;
- quantas são nova construção;
- quantas são reabilitação adicional.
Por isso:
33.000 + 50.000 não significa 83.000 casas pós-PRR.
Mas também seria incorreto afirmar que:
as antigas 33.000 passaram simplesmente a ser 50.000.
Sabemos que existe sobreposição.
Ainda não sabemos exatamente quanto.

Porque aparecem agora cerca de 133.000 necessidades habitacionais?
Este número ajuda a perceber porque a habitação não pode ser tratada como uma conta fechada.
Em agosto de 2026, o Governo referiu cerca de 133.000 necessidades habitacionais identificadas pelas autarquias através das Estratégias Locais de Habitação.
Isso não é a mesma coisa que as aproximadamente 59.000 respostas utilizadas na estrutura de financiamento inicial.
Cerca de 133.000
Representam necessidades identificadas a nível municipal.
Cerca de 59.000
Representavam respostas inseridas num determinado universo de candidatura e financiamento.
Entretanto, o próprio universo administrativo continuou a crescer.
Em março de 2025, o IHRU já tinha recebido candidaturas correspondentes a 61.097 soluções habitacionais, acima das 58.993 utilizadas no cálculo original.
As regras do 1.º Direito também foram alteradas. Entre outras mudanças, passaram a abranger determinadas situações em que a renda ou prestação da habitação representa mais de 40% do rendimento médio mensal do agregado.
A consequência é simples:
a necessidade habitacional não ficou congelada enquanto o PRR estava a ser executado.
O Grande Porto mostra como isto funciona na prática

Os números nacionais tornam-se mais fáceis de compreender quando descemos ao nível municipal.
Analisámos:
- Porto;
- Matosinhos;
- Maia;
- Valongo;
- Gondomar;
- Vila Nova de Gaia.
E rapidamente percebemos que não existe um único indicador chamado “casas que ainda faltam”.
Cada município está numa fase diferente do processo.

Porto: o planeamento habitacional continua muito para além de 2026
O Porto tinha 13.265 habitações municipais em 2024.
A Carta Municipal de Habitação estabelece como objetivo chegar às:
16.000 habitações até 2034.
Isso representa um aumento de 2.735 habitações municipais relativamente à base de 2024.
Ao mesmo tempo, existiam cerca de 1.000 pedidos em lista de espera para habitação municipal, com uma meta de redução para 600.
A estratégia identifica ainda 3.070 agregados familiares em condições habitacionais indignas.
Estes números não devem ser somados, porque existem categorias e sobreposições diferentes.
Mas permitem uma conclusão clara:
o planeamento habitacional do Porto não termina com o encerramento do PRR.
Mesmo depois das operações previstas para esta fase, o município continua a planear expansão do parque público durante a próxima década.
Matosinhos: mais 650 a 1.000 habitações públicas para além do 1.º Direito
Matosinhos apresenta um dos exemplos mais claros.
No final de 2023 estavam registados 1.798 agregados à espera de habitação municipal.
A meta é reduzir esta lista para 150 até 2033.
Mas o dado mais revelador aparece no plano de ação.
Matosinhos prevê:
mais 650 a 1.000 habitações de promoção pública, explicitamente para além dos projetos já em curso no âmbito do 1.º Direito.
Prevê também outras 500 a 1.000 habitações municipais reabilitadas, além das intervenções já programadas.
Isto mostra diretamente que:
concluir os projetos do 1.º Direito não significa que o município considere a necessidade habitacional resolvida.
Maia: o exemplo mais claro da passagem do PRR para o financiamento seguinte
A Maia ajuda a perceber o que acontece quando termina uma fonte de financiamento mas os projetos continuam.
O município tinha 734 soluções habitacionais apresentadas no âmbito do 1.º Direito.
No plano para 2026:
- 23 estavam executadas ou atribuídas;
- 551 encontravam-se em execução;
- 160 continuavam por contratar ou executar.
Dessas 160:
143 correspondiam a nova construção.
A documentação municipal já antecipava que estas operações poderiam prosseguir através de financiamento associado ao Banco Europeu de Investimento, em vez do PRR.
Na Maia, o pós-PRR não significa que os projetos desapareceram.
Significa que atravessam para outro ciclo de financiamento.
Valongo: 119 respostas chegaram a estar sem solução de financiamento
Em maio de 2025, Valongo tinha apresentado aproximadamente 263 fogos.
Segundo informação registada numa reunião da Assembleia Municipal:
- 144 deveriam receber financiamento;
- 119 continuavam à espera de uma solução financeira.
Procurámos documentação posterior que permitisse seguir essas mesmas 119 respostas até 2026.
Não encontrámos uma reconciliação pública suficientemente clara para afirmar quantas passaram entretanto para o novo financiamento.
A conclusão responsável é:
sabemos que 119 respostas estavam à espera de financiamento em maio de 2025, mas não conseguimos confirmar quantas continuam nessa situação em setembro de 2026.
A ausência dessa atualização é também relevante para perceber a dificuldade de acompanhar os programas.
Gondomar: porque 1.488 agregados não significam 1.488 casas novas
A Estratégia Local de Habitação de Gondomar abrange 1.488 agregados familiares.
Mas estes dividem-se entre diferentes formas de resposta:
- 811 através do município;
- 494 através de entidades do terceiro setor;
- 183 através de beneficiários diretos.
As soluções podem envolver construção, aquisição, reabilitação ou outras intervenções elegíveis.
Entretanto, o programa municipal para 2026 prevê cerca de 140 novas habitações, além de aquisições e intervenções no parque existente.
Seria completamente errado fazer esta conta:
1.488 − 140 = 1.348 casas ainda necessárias.
O primeiro número mede agregados abrangidos por diferentes soluções.
O segundo mede aproximadamente nova construção num determinado período.
Misturar os dois produziria uma estatística simples, mas enganadora.
Gaia: quando a ausência de um número também é informação
Vila Nova de Gaia apresenta outro tipo de problema.
Existem diversas operações associadas ao 1.º Direito e ao PRR.
Mas, em 2026, a estrutura municipal continuava a trabalhar na preparação dos instrumentos que deverão alimentar a futura Carta Municipal de Habitação.
Processos relacionados com o 1.º Direito continuavam também a passar por aprovação municipal ainda em agosto de 2026.
Não encontrámos, no material público consultado, um número atualizado diretamente comparável com os indicadores disponíveis para Porto ou Matosinhos.
Em vez de estimar um valor apenas para completar a comparação, a conclusão correta é:
Gaia ainda não disponibiliza um indicador pós-PRR suficientemente consolidado para responder à pergunta com a mesma metodologia.
O que sabemos hoje no Grande Porto
| Município | O que conseguimos medir | Principal limitação |
|---|---|---|
| Porto | 13.265 habitações municipais em 2024; meta de 16.000 até 2034; cerca de 1.000 pedidos em espera | Não existe um único número de “necessidade restante” |
| Matosinhos | 1.798 agregados inscritos; +650 a 1.000 habitações públicas além do 1.º Direito | Nova procura e beneficiários anteriores podem sobrepor-se |
| Maia | 160 respostas pendentes, incluindo 143 de nova construção | Falta saber quantas serão contratadas através do novo financiamento |
| Valongo | 119 respostas aguardavam financiamento em maio de 2025 | Falta uma reconciliação pública atualizada |
| Gondomar | 1.488 agregados abrangidos pela ELH; cerca de 140 novas habitações no programa de 2026 | Agregados e novas casas são unidades diferentes |
| Gaia | Projetos e processos do 1.º Direito continuavam ativos em 2026 | Falta um indicador pós-PRR diretamente comparável |
Uma casa pode aparecer em quatro momentos diferentes nos dados

Há outra razão para os números serem difíceis de acompanhar.
Uma resposta habitacional pode aparecer em quatro fases diferentes.
1. Necessidade identificada
Uma família ou situação é identificada numa Estratégia Local de Habitação ou numa lista municipal.
2. Projeto aprovado ou contratado
A resposta consegue aprovação e uma fonte de financiamento.
3. Execução financeira
Começam pagamentos, incluindo eventuais adiantamentos.
4. Execução física
A habitação é construída, adquirida ou reabilitada e a intervenção atinge a fase física definida pelo programa.
Estas etapas podem estar separadas por meses ou anos.
A diferença não é apenas teórica.
Em março de 2025, dados analisados pelo Tribunal de Contas apontavam para:
28,4% de execução financeira
mas apenas:
8,5% de execução física.
Parte da diferença resultava da possibilidade de pagamentos antecipados.
Por isso, ver uma elevada execução financeira não significa automaticamente que exista a mesma proporção de casas fisicamente prontas.
Afinal, o que significa dizer que o PRR concluiu 31.700 respostas?
Esta pergunta exige algum cuidado.
Ao longo do programa, documentos portugueses e europeus utilizaram indicadores relacionados com habitações entregues ou disponibilizadas às famílias.
Mas o PRR foi reprogramado e simplificado durante 2025 e 2026.
Algumas metas finais passaram a concentrar-se mais diretamente na construção, aquisição, reabilitação ou disponibilização das soluções, reduzindo parte da carga administrativa usada anteriormente para demonstrar o resultado.
Por isso, a formulação mais rigorosa é:
31.700 respostas habitacionais que o Governo reportou como concluídas no âmbito do PRR.
Isso não é exatamente a mesma coisa que afirmar:
31.700 famílias mudaram efetivamente de casa até 31 de agosto.
Não encontrámos uma base pública que permita fazer essa equivalência, caso a caso.
Isso também não diminui o resultado alcançado.
A meta original era de 26.000.
O resultado anunciado foi superior.
O que acontece depois do PRR?
O fim do financiamento europeu não significa automaticamente o fim das obras.
Pouco antes do encerramento, o Governo dizia esperar mais de 28.000 respostas do PRR até ao final de agosto, enquanto outras 12.000 habitações estavam em fase avançada de execução.
A expectativa apresentada era aproximar o conjunto das respostas concluídas das 40.000 até dezembro de 2026.
Isto ajuda a perceber a transição:
o PRR termina.
As necessidades e muitos projetos continuam.
Algumas intervenções avançam através do Orçamento do Estado.
Outras continuam dentro do 1.º Direito.
E novas operações passam a contar com instrumentos associados ao Banco Europeu de Investimento.
Se estás à espera de uma solução habitacional, o que estes números significam para ti?
Esta é provavelmente a consequência mais útil de toda a análise.
O fim do PRR não significa automaticamente o fim do teu projeto
Algumas operações que não conseguiram ser executadas dentro dos prazos do PRR podem continuar através de outras fontes de financiamento.
“Fora do PRR” não significa necessariamente “cancelado”
Pode significar que a operação precisa de passar para financiamento através do Orçamento do Estado, do 1.º Direito ou de outro instrumento.
A situação concreta depende do município e da operação
Não existe atualmente uma tabela pública nacional simples onde cada pessoa consiga acompanhar:
identificada → aprovada → contratada → financiada → obra → concluída → atribuída.
Esta é uma das principais lacunas encontradas durante a análise.
As 50.000 novas respostas anunciadas não representam necessariamente 50.000 novos candidatos
Pelo menos parte desse programa parece continuar soluções que já estavam identificadas anteriormente.
Se tens uma candidatura ou estás numa lista municipal, a informação relevante não é apenas saber se o PRR acabou.
É perceber em que fase está a tua resposta concreta e qual passou a ser a sua fonte de financiamento.
O dado que Portugal ainda precisa de mostrar
Depois de cruzarmos documentos nacionais e municipais, a principal lacuna tornou-se clara.
Portugal consegue anunciar:
- quantas respostas contabilizou no PRR;
- quanto financiamento foi aprovado;
- quantas operações pretende apoiar;
- quantas habitações deverão ser abrangidas pelos novos instrumentos.
Mas continua a faltar uma base pública simples que permita acompanhar, município a município:
- quantas necessidades foram identificadas;
- quantas respostas foram candidatadas;
- quantas foram aprovadas;
- quantas foram contratadas;
- quantas receberam financiamento;
- quantas estão fisicamente concluídas;
- quantas foram atribuídas;
- quantas transitaram do PRR para outro regime;
- quantas continuam sem financiamento;
- quantas correspondem a construção nova e quantas a reabilitação.
Sem essa reconciliação, vários números podem ser verdadeiros e, ainda assim, produzir uma conclusão errada quando são colocados lado a lado.
O PRR cumpriu uma meta. A necessidade habitacional continuou a mudar.
A conclusão desta análise não é que o PRR falhou.
Também não é que tenha resolvido a necessidade habitacional portuguesa.
Fez algo mais específico:
ultrapassou a meta habitacional inicialmente definida para o programa.
Enquanto isso, o problema continuou a evoluir.
Porto e Matosinhos já planeiam aumentar a oferta pública muito para além de 2026.
A Maia mostra projetos a passar de um regime de financiamento para outro.
Valongo documentou respostas que chegaram a ficar à espera de financiamento.
Gondomar continua a executar e atualizar a sua estratégia.
Gaia ainda está a consolidar o próximo quadro municipal de planeamento.
Por isso, a pergunta certa já não é:
“Quantas casas faltam depois das 31.700?”
É:
Quantas das necessidades identificadas já receberam uma solução efetiva, onde estão as restantes e através de que financiamento serão resolvidas?
Essa é a conta que Portugal ainda precisa de conseguir mostrar com clareza.
Metodologia
Esta análise cruza informação pública do Governo de Portugal, IHRU, Banco Europeu de Investimento, Tribunal de Contas, legislação do 1.º Direito e documentação oficial de Porto, Matosinhos, Maia, Valongo, Gondomar e Vila Nova de Gaia.
A informação foi consultada até 13 de setembro de 2026.
Não somámos ou subtraímos números quando os documentos utilizavam unidades diferentes, como:
- agregados familiares;
- fogos;
- candidaturas;
- operações;
- reabilitações;
- listas de espera.
Quando não encontrámos uma reconciliação pública suficientemente sólida, essa limitação é indicada no texto em vez de ser substituída por uma estimativa.
Sobre Portugal em Casa
Portugal em Casa é a área editorial da Pronto Soluções dedicada à realidade de viver, manter, arrendar e ter uma casa em Portugal.
Analisamos habitação, custos, edifícios, manutenção e decisões públicas que afetam diretamente quem vive no país.
A assistência técnica da Pronto Soluções está atualmente disponível no Porto e municípios próximos.
Fontes principais
Governo de Portugal
Execução habitacional do PRR, situação das respostas em agosto de 2026 e novos instrumentos de financiamento.
IHRU
Documentação do 1.º Direito, execução das respostas habitacionais e nova operação associada ao BEI.
Banco Europeu de Investimento
Social Housing Rehabilitation Programme PT e informação sobre o financiamento de mais de 50.000 habitações.
Tribunal de Contas
Parecer sobre a Conta Geral do Estado e análise da execução física e financeira dos investimentos em habitação.
Diário da República
Regime excecional de financiamento do 1.º Direito e alterações posteriores ao programa.
Município do Porto
Carta Municipal de Habitação e Estratégia Local de Habitação.
Município de Matosinhos
Carta Municipal de Habitação e respetivo plano de ação.
Espaço Municipal da Maia
Plano de Atividades 2026 e situação das respostas habitacionais.
Município de Valongo
Atas da Assembleia Municipal e informação sobre candidaturas habitacionais.
Município de Gondomar
Estratégia Local de Habitação, orçamento municipal e Carta Municipal de Habitação.
Vila Nova de Gaia
Documentação municipal relativa ao 1.º Direito e planeamento habitacional.
